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um colega de profissão

Julho 29, 2009

Segue transcrição de e-mail recebido ontem no selviço. É um deleite.

Bom Dia,

Hoje estive na coletiva de imprensa da Playboy, e vi que vocês utilizaram minha pergunta não só como título da matéria, mas que também comentam nas linhas finais. Me refiro à esta matéria.

Portanto, o que peço é que se possível vocês coloquem meu nome. No trecho que diz:

No final da coletiva, aliviada, ela soltou: “Nossa, vocês foram tão bonzinhos, se fosse eu teria feito perguntas mais pesadas.” Instigado pela moça, um jornalista perguntou se ela gostava de sexo anal: “sexo anal? Acho uma delícia!”.

Tenho certeza de que ficaria melhor assim:

No final da coletiva, aliviada, ela soltou: “Nossa, vocês foram tão bonzinhos, se fosse eu teria feito perguntas mais pesadas.” Instigado pela moça, o jornalista (NOME OMITIDO) perguntou se ela gostava de sexo anal: “sexo anal? Acho uma delícia!”.

Claro que vocês não colocaram o nome do autor da pergunta simplesmente porque não sabiam, mesmo assim fico feliz em saber que acabei gerando o título da matéria! Sei que tratava-se de uma coletiva de imprensa e que o material perde a autoria por este motivo, mas, mesmo assim, tenho certeza de que a inserção do meu nome só vai somar à matéria. Fico feliz que exatamente a minha pergunta tenha encabeçado

Muito grato e aguardo retorno,

(NOME OMITIDO)

e-mails para a redação

Junho 19, 2009

“PESSOAL:

Vocês devem estar estranho o fato de n receberem o CLIPPING nos ultimos dias. Explico: Minha máquina esta com inumeros problemas, atrapalhando a elaboração do trabalho; alguns trabalhos que faço, estavam atrasados; e o principal, estou criando um BLOG para a publicação do CLIPPING.

Peço desculpas pelo transtorno, mas prometo e cumprirei que em Breve, breve mesmo voltaremos já em casa nova(BLOG), o nosso CLIPPING.

Aproveito para enviar em anexo, o Caderno Literario deste Mês. Poema de minha autoria na PG. 32.

Abraços;

Janjão”

um dia vou reler esse post e sentir vergonha

Junho 16, 2009

Engraçado como algumas coisas batem na gente.

Entrei no site da Economist há pouco, e isso me deu um treco, um flashback estranho.

Me lembrei de uma época recente, bem recente, coisa de um ano e pouco atrás, quando eu vivia uma realização pessoal.

Essa realização vinha de uma aspiração concreta, do foco num objetivo que era claro e que nutria alguns sonhos – sonhos daquele tipo que uma hora nos deixam boiando, outra hora fazem a gente se puxar e ir adiante, nem que seja na base da ritalina.

Sinto algo parecido quando lembro do mestrado – que também é recente, só que parece ter acontecido no século passado.

Eu reclamo e reclamo, mas talvez a minha vida seja mais intensa do que eu imagino.

o que passou, passou

Junho 12, 2009

Sempre que leio posts antigos do blog, sinto vergonha. Por que eu acho isso, não sei. Parece inevitável clicar no “entradas antigas” de tempos em tempos, mas preciso tentar.

des images produites pendant le sommeil

Junho 9, 2009

Eu estava no Alfredo Jaconi, vendo o primeiro jogo da final do Gauchão de 98. O estádio era estranho, meio inacabado, e eu já sabia como o jogo ia acabar (Juventude 3×1 Inter), como se eu tivesse voltado ao passado.

Resolvi ir embora com uns 10 minutos de jogo. Indo em direção ao portão, encontrei uma bola: peguei ela pra mim.

Junto ao portão, estavam o Tite e uma pessoa desconhecida. O Tite falava de uma sacanagem que alguém tinha armado pra ele na época desse mesmo jogo. Ele, assim como eu, estava ali presenciando algo que já havia acontecido.

Um barranco íngreme, quase vertical, ficava do lado de fora do estádio. Fiquei chutando a bola pro topo do barranco, mas ela rolava de volta pra mim.

Corta para a sala da minha vó, em Bagé. Dois amigos (Alberto e Augusto) falavam alguma coisa sobre cinema. Eu fui me meter na conversa, mas eles me ignoraram: talvez nem tenham me visto ali. Uma amiga (Dani) chegou perto e começou a tirar fotos dos dois.

Teve mais, mas não lembro.

manhã

Junho 9, 2009

o sorriso errado.

update

Maio 28, 2009

dias depois, as coisas continuam sem fazer sentido.

drifting

Maio 26, 2009

de súbito, nada – absolutamente nada – parece fazer o menor sentido.